Em 2013, eu ganhava R$ 1.200 como analista de qualidade júnior e já temia chegar ao futuro dependendo do INSS. Via pessoas próximas reclamando da aposentadoria e pensava: preciso fazer alguma coisa enquanto ainda tenho tempo.
Sem saber por onde começar, procurei a gerente do banco e saí de lá com uma previdência privada escolhida por ela. Dois anos depois, fazendo minhas próprias contas, percebi quanto havia deixado de ganhar.
A partir dali, continuei estudando e investindo em diferentes tipos de ativos. Em 2021, comecei nos fundos imobiliários, atraído pela possibilidade de receber renda todos os meses.
Mesmo com anos de experiência, copiei uma lista indicada por um amigo do trabalho sem entender direito o que estava comprando. Alguns fundos despencaram e um deles chegou a parar de pagar. Eles continuam na minha carteira como um lembrete do preço de investir seguindo a convicção de outra pessoa.
Com disciplina e constância, transformei os aportes feitos com um salário de R$ 1.200 em um patrimônio superior a R$ 1 milhão ainda sendo CLT.
Minha missão é ajudar pessoas comuns a construírem renda, segurança e liberdade para escolher o próprio futuro.